O convite foi feito pelo TCA, do Abstracto Concreto II. Esolhi 5 livros que gosto.
Confesso que ultimamente não tenho muito tempo para ler, ler mesmo, como eu gosto, sem adormecer de cansaço em cima do livro ou deixando-o cair para o lado. Sempre li muito. Agora só as férias permitem pôr a leitura em dia lendo sem grandes limites.
Entretanto foi difícil escolher 5 livros ... há tantos livros que me marcaram, tantos que releio ciclicamente, tantos livros que considero verdadeiras obras de arte, verdadeira literatura intemporal e que, como tal, são incontornáveis. Enfim, escolhi os promeiros cinco que me vieram à mente. Aqui fica a lista:
“Natália Correia – Poesia Completa” – Natália em todas as facetas poéticas, onde se encontra um poema para cada estado de alma.
“Paiol de Pólvora” de Joaquim Pessoa – a capa roxa do livro já está tão desbotada que é mais lilás que outra coisa, sinal de que tenho o livro há muito tempo e o leio sempre que me apetece, ao sabor da alma.
“As Mãos e os Frutos” de Eugénio de Andrade – dos muitos que tenho do poeta, o meu preferido, que não me canso de reler. Como diz Jorge de Sena, foi “ escrito, assim, com lucidez sem angústia, ardor sem ingenuidade, segurança sem complacência, inquietação sem azedume, tranquilidade sem ignorância, e com franqueza discreta, elegância viril, naturalidade para além do desafio (…).”
“A Insustentável Leveza do Ser” de Milan Kundera – um romance que me transporta para o campo do imaginário sem que eu dê por isso. Ciclicamente volto a este livro.
“As Pontes de Madison County” de Robert James Waller – obra marcante porque acredito no Amor como força motriz que tudo transforma e tudo torna possível …
Dito isto, passo a palavra (ou a "batata quente") a: